A Microsoft apresentou na tarde de ontem o Windows 10, a nova versão do sistema operacional, que pretende fundir o Windows 7 e o Windows 8 em
uma só. Além disso, a empresa anunciou que o Windows 10 Technical
Preview estaria disponível para download hoje – e você já pode baixá-lo
(confira o passo a passo abaixo).
Entre as novidades do Windows 10,
está a unificação da plataforma em uma só. O Windows será o mesmo para
desktops, tablets, smartphones e demais aparelhos. Além disso, teremos a
volta do clássico menu iniciar, que agora vai incorporar as tiles da
nova interface do Windows 8.
Você está certo disso?
A Microsoft recomenda a instalação do Windows 10 Technical Preview para você que:
Quer experimentar um software que ainda está em desenvolvimento e deseja compartilhar a sua opinião sobre o sistema
Não se importa com uma grande quantidade de
atualizações, além de um design de interface do usuário que pode mudar
significativamente ao longo do tempo
Realmente sabe resolver problemas em um PC, fazer backup
de dados, formatar o disco rídigo e instalar o sistema operacional a
partir do zero, ou ainda instalar a versão antiga, se necessário
Sabe o que um arquivo ISO e como usá-lo
Não está instalando o SO no seu computador principal, usado no dia a dia
"Se você acha que BIOS é um novo combustível à base de
plantas, a versão Tech Preview pode não ser boa para você", brinca a
empresa.
Antes de instalar, algumas recomendações
Joe Belfiore, Vice Presidente do Windows da Microsoft, recomenda que
você instale o Windows 10 Technical Preview em um computador secundário.
Isso porque esta versão se trata de uma edição prévia do sistema,
podendo apresentar diversas instabilidades, além de estar suscetível a
erros, podendo até mesmo apagar seus arquivos. O backup é altamente
recomendado.
Caso você não queira mais usar o Windows 10 Technical Preview e
voltar para a versão anterior, terá que reinstalá-la através de uma
mídia de instalação ou recuperação.
Para o Windows 7 ou Windows Vista :
antes de atualizar, você pode criar uma mídia de recuperação a partir
de uma partição de recuperação no seu PC, usando o software fornecido
pelo fabricante. Verifique a seção de suporte no site da empresa para
obter mais informações.
Para o Windows 8.1 ou Windows 8 :
você pode criar uma unidade de recuperação USB. Para mais informações,
acesse este link para saber como criar um drive de recuperação através de um pendrive (link em inglês).
De acordo com Frank Shaw, diretor de comunicação da Microsoft, o
Windows 10 oferece suporte para qualquer computador que rode o Windows 8
atualmente.
Instalando o Windows 10 Technical Preview
Clique aqui para baixar a versão de testes do Windows (32 e 64 bits, em português brasileiro)
Também será preciso participar do programa Insider, da Microsoft. O processo é bem simples.
Confira abaixo: 1. Acesse este link e clique em "Join now" 2. Insira o login e senha de sua conta da Microsoft para se inscrever no programa 3. Em seguida, clique em "Install Technical Preview"
4. Diversas opções estarão disponíveis para download, incluindo as versões de 32 bits e 64 bits em português brasileiro. Se você ainda não fez o download, escolha aquela que seu computador suporta para baixar o arquivo ISO 5. Quando o download estiver concluído, transfira o arquivo ISO para a mídia de instalação, como um DVD ou USB.
6. Clique em setup.exe a partir da mídia de instalação, e em seguida, siga os passos. 7.
Em determinado momento, a instalação solicitará a chave de produto.
Você pode obtê-la na própria página em que fez o download (confira
imagem abaixo).
E pronto! Você estará com o Windows 10 Technical Preview instalado no seu PC. Conseguiu
instalar o Windows 10 no seu PC? Enfrentou algum problema? Está
gostando do sistema? Conte para nós nos comentários abaixo.
Muito próximo de ter o seu nome oficial revelado, o Windows 9 não para de produzir boas notícias para os fãs que o aguardam. As alternativas mais prováveis trazem o "9", "X" ou a palavra Threshold
(borda ou fronteira, em inglês) depois do tradicional "Windows" como
nome do sistema operacional. A dúvida, porém, poderá ser sanada só
amanhã (30), quando a Microsoft revelar finalmente o codinome dessa atualização.
Porém, a boa notícia da vez não diz respeito ao nome ou às novas funcionalidades
que o update trará em relação à versão atual do sistema. Uma entrevista
cedida pelo presidente da Microsoft na Indonésia, Andreas Diantoro,
confirma que a atualização do SO será liberada gratuitamente para todos
aqueles que possuem o Windows 8 e 8.1.
O processo para atualização do sistema, de acordo com o site BGR,
será bastante simplificado e foi especialmente desenvolvido para não
oferecer “barreiras” aos menos experientes no assunto. O método adotado
pela Microsoft provavelmente será bastante parecido com o que a Apple utiliza em seu Mac OS X, o que vem facilitando a vida das pessoas nos últimos anos.
A conversa com Diantoro também revelou uma possibilidade bastante
interessante: pensando na quantidade pessoas que ainda utilizam o Windows XP
como sistema principal, a Microsoft pode estar pensando em liberar a
atualização gratuitamente para estas máquinas também. Essa informação
tem menor probabilidade de ser verdadeira, mas seria um ótimo incentivo
por parte da companhia para incentivar a migração para o novo sistema.
Vamos esperar para ver.
Se
você trabalha em algum escritório ou em instituições bancárias,
provavelmente já deve ter visto um triturador de papéis. Essa máquina
ajuda a eliminar de vez informações importantes ou sigilosas que não
podem cair em mãos erradas. Mas e os arquivos em nossos computadores?
Como fazemos para passar pelo “triturador” aquele documento confidencial
ou aquela foto constrangedora que não pode ser revelada a ninguém?
Como já sabemos,
quando um arquivo é deletado o usuário perde apenas as referências para
aquela informação. O sistema somente entende que o espaço ocupado por
aquele dado pode ser utilizado para outros propósitos, ou seja, ele
continua a existir e é por isso que podemos recuperá-lo utilizando programas específicos.
Então, como fazemos para exterminar os arquivos de uma vez? Cuidado, pois nem destruir completamente o dispositivo de armazenamento pode fazer com que os dados fiquem inacessíveis.
Como alguns já devem ter a resposta na ponta da língua, o método
correto para alcançar esse fim seria sobrescrever as informações. É
exatamente isso que você conferirá neste artigo com uma seleção de
alternativas para dar cabo, de uma vez por todas, dos arquivos que
precisam desaparecer do universo.
CCleaner
Ferramenta bastante familiar para todos nós, o CCleaner
faz muito mais do que simplesmente uma limpeza no computador. Além de
eliminar os dados de navegadores e permitir desinstalar outros
aplicativos, o programa também possibilita excluir tudo o que está no
espaço livre do disco rígido.
Esse utilitário encontra-se em “Ferramentas” na barra lateral, na
opção “Limpeza do dispositivo”. É possível lidar com o espaço livre ou
com todo o dispositivo. Por isso, cuidado! Através da segunda
alternativa, todos os dados serão apagados. Depois disso, escolhe-se o
quão segura será a exclusão e sobre qual disco ela atuará.
O CCleaner também está disponível para Mac.
Hard Drive Eraser
Outra opção para lidar com a limpeza de discos rígidos inteiros é o Hard Drive Eraser.
Esse software gratuito oferece quatros formas de apagar os dados
definitivamente, sendo uma delas o Write Zeros, opção que coloca um 0
binário (método chamado de Zero Fill) em todo o HD.
A opção Peter Guttman tritura definitivamente todos os arquivos
escrevendo várias vezes sobre eles. Ressalta-se que essa alternativa é
extremamente lenta e, dependendo do tamanho do seu dispositivo, pode
demorar bastante.
Eraser
O Eraser
é uma opção muito boa para quem quer lidar com arquivos individuais, e
não o disco inteiro. Depois de instalado, o programa cria novas opções
para o Windows Explorer ao clicar com o botão direito sobre alguns
itens. Configurando o software, também há várias opções de exclusão e
pode-se escolher deleção quando o Windows for inicializado.
Advanced SystemCare 7
Outra ferramenta de propósito geral que também tritura arquivos, pastas e a lixeira de forma eficiente é o Advanced SystemCare 7. Clicando sobre a aba “Ferramentas”, o software oferece uma série de utilitários para o sistema.
Um deles é o “Triturar Arquivos”, que faz exatamente isso, mas pode
atuar sobre pastas inteiras ou sobre todos os itens enviados para a
lixeira.
Smartphones e tablets
Caso você esteja passando pela mesma situação em seus dispositivos móveis, existe um artigo especial
para você excluir os seus dados de aparelhos com Android ou iOS. Apenas
ressaltando que esses métodos não deletam os dados definitivamente e,
para conseguir isso, também é necessário utilizar ferramentas
específicas.
--
Ainda há uma infinidade de opções para triturar as informações
indesejadas ou sigilosas do seu HD ou pendrive. O que também não faltam
são ferramentas para recuperar arquivos
que foram acidentalmente deletados, mas fica o aviso: se você mandou
para o limbo dados utilizando algum dos utilitários acima, dificilmente
você conseguirá recuperá-los. Portanto, muita cautela ao excluir
definitivamente seus arquivos.
– All NEW Version 6.0!
– New User Interface – Simplified interface for easier navigation to
the most commonly used features, and touch screen capable.
– System Investigator – Shows what’s running on your PC in a new and
exciting way. Customers and technicians can use this tool to quickly
determine if a file on the system is potentially malware.
– Faster scan speeds, smaller foot print, enhanced program stability and an expanded Help Menu to improve ease of use.
– E-mail alerts – Receive scheduled scan results through the new e-mail alert system.
– High-contrast color theme – An easy-to-read (visually impaired
friendly) black color theme can be configured by those who prefer using a
high-contrast mode.
– Right-click scanning – Right-click scanning now works without
SUPERAntiSpyware running, and the right-click menu options have been
cleaned up to minimize clutter.
A briga entre os modelos de entrada tem sido cada vez melhor, as
fabricantes finalmente estão conseguindo lançar aparelhos com preço
menor, mas sem deixar uma dívida muito grande em relação ao desempenho.
Quando pensamos nos melhores aparelhos baratos poucos nomes vem em
mente, mas os smartphones mais expressivos tem sido o Lumia 520 e o Moto G – apesar de este estar uma categoria acima. No entanto, podemos colocar mais um integrante, o Xperia E1 aprendeu com os erros do passado e mostrou bom custo benefício.
O aparelho da Sony se destaca pelo foco em música, ele possui um
alto-falante de 100 decibéis e tecnologias como xLOUD e Clear Phase.
Apesar disso, os fones de ouvido que o acompanham não são lá muito bons.
Para quem quer mostrar um smartphone bom para ouvir música, não pode
esquecer de um item tão importante.
Especificações Técnicas
Processador: Snapdragon 200 Cortex-A7 dual-core de 1,2 GHz.
Memória RAM: 512 MB.
Tela: TFT de 4 polegadas com resolução de 480 x 800 pixels (~233 ppp – pixels por polegada).
Câmera: 3.15 megapixels com detecção de face e sorriso, HDR, estabilização de imagem e panorama. Sem flash. Filma em WVGA.
Câmera frontal: Não possui.
Bateria: 1700 mAh.
Conectividade: 3G, Wi-Fi 802.11 b/g/n, Wi-Fi Direct, Wi-Fi hotspot, GPS, Bluetooth 4.0 e entrada micro-USB 2.0.
GPU: Adreno 302.
Memória externa: microSD de até 32 GB.
Memória interna: 4 GB.
Dimensões: 118 x 62.4 x 12 mm.
Peso: 120 gramas.
Plataforma: Android 4.3 Jelly Bean, upgrade confirmado para o 4.4.2 KitKat.
Sensores: acelerômetro, compasso, proximidade.
Design e construção
Não podemos esperar um acabamento refinado para um smartphone tão
barato quanto o Xperia E1. O aparelho conta com corpo de plástico e
passa a sensação de ser frágil, principalmente porque é muito leve. Mas,
na prática, o material acaba dando resistência ao aparelho. Ele é bem
compacto, confortável para usar com apenas uma mão, nas bordas e na
capinha traseira ele conta com uma textura áspera que ajuda a dar uma
sensação melhor de firmeza.
Ele é um aparelho muito discreto, na parte da frente há apenas o alto
falante e abaixo a logo da Sony. Um pequeno LED – que exibe notificações
– aparece no canto esquerdo, porém na parte de baixo há um outro LED,
ele é maior e só fica ativo ao abrir um aplicativo da Sony em tela
cheia. Atrás ele exibe novamente a logo da Sony, uma marca discreta do
“Xperia”, o alto-falante de 100 decibéis e na parte superior central a
sua câmera. Os botões de volume e liga/desliga estão na parte direita,
na esquerda fica a entrada micro USB e em cima a entrada para o fone e
um botão dedicado para abrir o player de música Walkman.
Tela
O Xperia E1 me decepcionou com sua tela. Não que ela seja ruim, no
entanto aparelhos da Sony costumam apresentar telas com alto contraste e
nitídez, por isso a expectativa. Justamente por ser um modelo de
entrada, não é justo esperar muito de todos os aspectos do dispositivo.
Ao assistir vídeos e navegar por imagens é perceptível cores menos vivas
que o de costume. Outro detalhe é o ângulo de visão, se você quiser
mostrar algo para os colegas com o smartphone, é melhor que seja um de
cada vez.
Imagens do Aparelho
Câmera
Esse é o aspecto que mais deixa a desejar no aparelho. A câmera não
possui flash, então esqueça tirar fotos a noite, elas ficam extremamente
escuras e apresentam muito ruído. De dia as coisas ficam um pouco
melhor, mas não espere muito. Foco fixo, resolução de 3,15 mega pixels e
filmagem em WVGA (800×600) não trazem os melhores resultados, não há
muito vívidez nas cores. Novamente, não dá para esperar muito da câmera
de um aparelho nessa faixa de preço.
Bateria
O essencial para um smartphone, seja ele barato ou caro, é aguentar um dia inteiro de uso sem pedir tomada. O Xperia E1 cumpre a tarefa
diária muito bem, mesmo quando colocado em uso mais intenso com o 3G
ativo é navegação web por mais horas. Se a energia estiver acabando, o
smartphone conta com o recurso Stamina, que desativa as funções
supérfulas e reduz a frequência do processador, com isso você consegue
ganhar algumas horas a mais até colocá-lo pra carregar.
Sistema
Não é segredo que eu prefiro o Android puro, sem modificações, mas
existem alguns recursos positivos em determinadas personalizações, o
importante aqui é adicionar funções positivas e que não tragam prejuízos
para a performance do aparelho. O Xperia E1 vem com a Xperia UI que se mostrou competente.
Na barra de notificações há controles rápidos para as funções mais
importantes como volume, bluetooth, Wi-Fi, brilho da tela e
configurações. O organizador de aplicativos pode ser definido de
diversas formas e não torna a experiência muito diferente do que já
estamos acostumados.
Ele não traz muitos aplicativos pré-instalados, a maioria são
soluções próprias da Sony como o app “Álbum” para a visualização das
fotos ou o “Walkman” como player de música. Ainda assim, os aplicativos
padrão do Google continuam no aparelho, ou seja, se preferir ainda pode
navegar pelas suas fotos na “Galeria” tradicional.
Desempenho geral
O consumidor de smartphones low-end e mid-end estão cada vez mais
críticos e exigentes no que diz respeito à performance do celular. O
processador dual-core de 1.2 GHz do Xperia E1 consegue dar conta do
recado para as tarefas comuns do dia a dia, como navegar na web,
assistir vídeos, ouvir músicas, entre outros. Citando mais uma vez a
camada de personalização da Sony, ela não “roubou” desempenho do
dispositivo.
Mas, os 512 MB de memória RAM não são suficientes para rodar vários
aplicativos simultaneamente ou navegar por muitas guias no navegador, a
Sony decidiu manter a quantidade de RAM do modelo antecessor e ficou
atrás nesse quesito. O desempenho é OK, mas poderia surpreender se
houvesse números maiores aqui.
Fiquei surpreso e decepcionado com a quantidade de vezes que o
aparelho reiniciou durante os testes, algumas das vezes em que ele
desligou sozinha eu sequer estava usando. Por vezes, esse tipo de
problema é solucionado realizando uma restauração no sistema, mas não
adiantou. Pode ser que eu não tenha tido sorte com o aparelho que
peguei, pesquisei por consumidores com o mesmo problema e encontrei
poucos relatos.
De forma geral, o Xperia E1 atende as expectativas de desempenho para um smartphone da sua categoria.
Preços
A Sony recentemente anunciou um corte nos preços desse modelo.
R$ 399,00 – O modelo mais básico, suporte para apenas um chip SIM;
R$ 499,00 – O modelo com suporte para dois chips SIM;
R$ 549,00 – O modelo com Dual SIM com TV Digital.
Pontos Positivos
Desempenho, atende as expectativas de um aparelho com especificações mais básicas Bateria, duração aceitável nos mais diversos tipos de uso Preço, aparelho muito acessível
Pontos Negativos
Câmera, muito fraca em qualquer condição
Conclusão e Notas
Com um baixo custo e desempenho razoável, ele é capaz
de agradar o público que não quer gastar muito com um celular, mas
procura qualidade acima da média. Ressalvo as boas customizações
adicionadas pela Xperia UI, que não incomodam quanto outras
personalizações, principalmente em relação à velocidade. O Sony Xperia
E1, junto com o Nokia Lumia 520,
são as duas melhores opções para modelos de entrada, aí vai depender da
preferência pelo sistema operacional. O aparelho concorre diretamente
com o recém lançado Moto E, que ainda não pude testar, mas comparando pelas especificações tenho certeza de que a briga é boa entre eles.
Design e construção: 7
Bateria: 8
Tela: 7
Desempenho: 7
Sistema: 8
Câmera: 5
Custo-benefício: 8
GTA V foi o melhor jogo de
2013 e quem teve a oportunidade de jogar o game sabe que a experiência
proporcionada é incrível, mesmo na geração anterior dos consoles, ele
apresentou belíssimos gráficos e uma cidade muito viva. E a expectativa é
para que tudo isso melhore nas versões para Playstation 4, Xbox One e
PC.
Um pequeno trailer divulgado na E3 é o que temos por enquanto, mas
foi o suficiente para mostrar vários cenários. O canal DigitalFoundry
colocou as cenas mostradas, que foram capturadas a partir de um PS4, ao
lado de cenas do jogo em sua versão atual.
Para quem ainda não jogou GTA V, essa será uma oportunidade inenarrável. Para quem já jogou, com certeza vai valer o replay.
Celulares Android e Windows Phone de baixo custo tem sido a porta de
entrada aos smartphones para muitas pessoas. A popularização dos
celulares inteligentes tem gerado interesse nos tablets, que carecem de
modelos bons e baratos. O AOC Breeze 7 é voltado
justamente para o público que busca as configurações básicas, mas não
estão dispostos a gastar muito. O tablet chama atenção pelo preço, é
possível encontrá-lo por cerca de R$ 250 nas maiores lojas de varejo. É
natural torcer o nariz quando um produto parece barato demais, mas de
vez em quando nos surpreendemos. Contarei nos próximos parágrafos as
minhas impressões sobre o AOC Breeze 7 Y2241.
Especificações Técnicas
Processador: Amlogic MXS 1.2 GHz Dual Core;
Memória RAM: 1 GB;
Tela: LCD de 7 polegadas com resolução de 1024 x 600 pixels;
Câmera: apenas frontal, 0,3 megapixel;
Bateria: 4000 mAh.
Memória externa: microSD de até 32 GB;
Memória interna: 4 GB;
Dimensões: 19 cm (altura) x 12 cm (largura) x 1 cm (espessura);
Peso: 333 gramas.
Plataforma: Android 4.1 Jelly Bean;
Sensores: G-sensor (sensor de gravidade): integrado, suporta rotação de tela.
Design e construção
Para um produto da categoria do Breeze 7 o acabamento dele é bem
feito. As bordas largas na parte frontal não incomodam tanto e ele é bem
minimalista. No entanto, na parte traseira a discrição é deixada de
lado, a marca “AOC” é destacada, junto com o selo da ANATEL que poderia
estar mais escondido.
O alto falante também está na parte traseira, deixá-lo sobre a mesa
para assistir vídeos ou escutar músicas irá abafar o som. Os botões e
entradas aparecem apenas na parte de cima, lá estão o botão
liga/desliga, opções do volume, entrada para o fone de ouvido, entrada
microUSB e a entrada para cartão de memória.
Tela
Em muitos momentos – até em ambientes mais escuros – a tela mostra
muito reflexo mesmo com o brilho no máximo, certamente o maior defeito
do tablet. Ela também possui ângulo de visão bem limitado e por esses
dois fatores, ler por um longo período pode ser mais desgastante do que o
normal. Apesar disso, as cores se mostram vivas e a resolução é
suficiente para consumo de alguns conteúdos.
Para compensar a falha, o touchscreen se mostrou muito competente –
multitouch e bem sensível. Em tablets dessa faixa de preço é comum que o
touch seja resistivo, ou seja, funcione pela força. Quem já teve
contato com tablets mais baratos, sabe que a experiência costuma ser
diferente.
Imagens do Aparelho
Câmera
Ele não possui câmera traseira, mas isso não faz tanta falta, são
raras as ocasiões onde você irá desejar tirar uma foto com o seu tablet.
A câmera frontal possui resolução de 0.3 megapixel, qualidade baixa e
está presente apenas para quebrar um galho, o melhor uso é para uma
conferência em vídeo.
Bateria
Os 4.000 mAh de capacidade da bateria são o suficiente para utilizar o
tablet por um dia inteiro sem precisar carregá-lo. Para o uso cotidiano
essa é a média que se pode esperar de um aparelho como esse.
Reproduzindo um filme no Netflix com o brilho no máximo, ele ficou
ligado 4 horas até que chegasse ao mínimo da carga.
Sistema
A AOC utiliza o Android 4.1 Jelly Bean no Breeze 7, apesar de ser uma
versão mais antiga ela conta com o suporte a praticamente todos os
aplicativos disponíveis. Felizmente não há nenhuma camada de
personalização visual do sistema, apenas alguns aplicativos
pré-instalados: o Adobe Reader, Facebook, um leitor de e-books,
gerenciador de arquivos próprio, a loja de aplicativos AOC App Store e
um player de vídeo.
A AOC App Store na teoria é uma boa ideia, mas na prática não oferece
nada tão positivo. A maioria dos aplicativos que aparecem por lá estão
disponíveis também na Play Store, com exceção de alguns utilitários e
jogos exclusivos.
Desempenho geral
Ter 1GB de memória RAM faz diferença para o Breeze 7, que na maioria
das vezes mostrou um bom desempenho, apesar de nem sempre ser tão
fluida. Alguns engasgos aqui e ali na hora de alternar entre os
aplicativos são comuns, mas durante tarefas básicas como navegação,
leitura e consumo de mídia ele dá conta do recado. Existe uma
deficiência na hora de rodar games, o que é natural para especificações
modestas, mas alguns jogos rodam muito bem, como o Jetpack Joyride,
Don’t Tap the Wite Tile, Candy Crush, Angry Birds, entre outros.
Pontos Positivos
Desempenho, pela sua faixa de preço, apresenta desempenho razoável; Touchscreen, tablets nessa faixa de preço costumam apresentar tela com pouca sensibilidade, ao contrário do AOC Breeze 7; Bateria, dura o suficiente para o uso cotidiano; Custo-benefício, aparelho barato com mais pontos positivos, do que negativos.
Pontos Negativos
Tela, possui muito reflexo e ângulo de visão limitado; Câmera, não possui câmera traseira e a frontal é de baixa qualidade.
Conclusão e Notas
Se você não procura por um alto desempenho e quer um tablet bom e
barato, o AOC Breeze 7 é uma opção a considerar. Ele é capaz de realizar
com tranquilidade as tarefas mais básicas, como dito anteriormente. O
maior pecado é a tela de baixa qualidade, basta ter um pouco mais de luz
no ambiente para que os reflexos atrapalhem. De forma geral, o produto
oferece um bom custo-benefício.
Design e construção: 7
Bateria: 7
Tela: 5
Desempenho: 7
Sistema: 8
Câmera: 5
Custo-benefício: 8
A LG realizou ontem (22) em São Paulo um evento para anunciar algumas
das suas novidades para esse bimestre. Entre elas estava o aguardado LG
G3, com sua enorme tela de 5.5 polegadas e resolução QuadHD de 2560 x
1440 pixels. Além do novo smartphone topo de linha da companhia, o G
Watch – primeiro smartwatch com Android Wear – marcou presença.
LG G3
O LG G3 estará disponível no Brasil em sua versão de 16 GB com 2 GB
de memória RAM. Em alguns outros mercados existe um modelo com 3 GB de
RAM e 32 GB para armazenamento de arquivos, mas pelo menos por enquanto
ele não deve aparecer por aqui.
Durante a apresentação a companhia ressaltou três pontos chave do seu
flagship: tela, câmera e design. De fato, essas são as três
características que chamam a atenção no dispositivo. Nos poucos momentos
que tive com o aparelho pude perceber que a resolução da tela faz
diferença, especialmente no consumo de multimídia. O dispositivo é
praticamente apenas display, representando 76.4% da área frontal.
A LG afirma que o G3 possui a câmera mais rápida do mercado, graças
ao foco automática a laser capaz de focar objetos em 0,276 segundos. A
tecnologia OIS+ promete mais estabilidade e o Hand Gesture permite tirar
selfies a partir de um movimento com a mão. Ela aparenta ser rápida,
mas pouco pude testar durante o evento.
O material utilizado é policarbonato metalizado, que passa uma sensação
diferente tanto no visual quanto na pegada. Ao contrário do LG G Flex,
ele não conta com a tecnologia de auto regeneração, que “desmancha”
riscos e marcas de uso. A empresa comentou também sobre a ausência de
botões nos lados do aparelho, já que o Smart Button presente na parte de
trás é o responsável pelo controle do volume e pelo bloqueio e
desbloqueio da tela. É diferente, mas a ideia é muito boa, de acordo com
a empresa o botão está estratégicamente posicionado para evitar quedas.
Fiquei bastante curioso sobre o Knock Code, recurso que permite
desbloquear a tela de forma segura e utilizar mais de 86 mil códigos de
desbloqueio diferentes, bastando tocar em diferentes locais da tela com
as sequências pré definidas para que a tela já ligue desbloqueada. Em um
teste rápido, ele parece funcionar muito bem e além de adicionar
segurança, torna a tarefa de desbloquear o aparelho através de senha
muito mais prática.
Entre as camadas de personalizações de diferentes fabricantes, sempre
achei a da LG a mais feia. No entanto, foi introduzida uma nova versão
da Optimus UI, que está bem mais agradável, seguindo a tendência “flat”.
Não apenas os ícones mudaram, como os menus de configurações, a barra
de notificações e todo o resto. Reparei que a quantidade de aplicativos
pré-instaladas foi diminuída, isso aumenta o espaço de armazenamento que
fica disponível para o usuário e contribui para o melhor desempenho.
A caixa do G3 vem com um item interessante, o dock para carregamento
sem fio. Marcel Inhauser, chefe da divisão de celulares da LG, contou
também que em alguns pontos de venda – e por tempo limitado – será
possível adquirir o G3 e ganhar o G Watch na faixa. Ele estará a venda
no Brasil a partir do dia 23 de julho por R$ 2.299,00, nas cores preta,
branca, dourada e roxa.
Especificações
Tela de 5,5 polegadas com resolução de 2560×1140 pixels
Processador Snapdragon 801 quad-core de 2,5 GHz
2 GB de memória RAM
16 GB de armazenamento interno (com entrada para microSD de até 2 TB)
Câmera de 13 megapixels com OIS+ e Foco Laser
Câmera frontal de 2.1 megapixels
Bateria de 2.940 mAh (removível)
Dimensões: 146.3 x 74.6 x 8.9 mm
Peso: 149 gramas
Plataforma: Android 4.4.2 (KitKat)
Rede: 4G/LTE/3G
Conectividade: Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth 4.0 LE, NFC, GPS com A-GPS e GLONASS e SlimPort
LG G Watch
O outro lançamento da noite foi o G Watch, primeiro relógio que roda o
Android Wear. O dispositivo vem com tela de 1,65 polegada com resolução
de 280 x 280 pixels, chip Snapdragon 400 de 1,2 GHz, 512 MB de RAM, 4 GB
para armazenamento interno e bateria de 4.000 mAh. Ele funciona com
qualquer smartphone Android 4.3 ou superior, através do pareamento via
Bluetooth. O dispositivo chegará até o final deste mês, nas cores preto,
branco e custando R$ 699.
O relógio é bem compacto e oferece alguns recursos interessantes, mas
que talvez não tenham tanta utilidade para o usuário. O conceito dos
smartwatchs é muito bacana, mas na prática ainda há muita coisa para
evoluir. É claro que, pelo pouco tempo que tive com o dispositivo não é
possível ter uma opinião sólida.
Tablets G Pad
A LG também falou dos novos tablets da linha LG G Pad. São três modelos,
com telas de 7, 8 e 10,1 polegadas. Os modelos possuem processador
Snapdragon 400 quad-core com 1,2GHz de clock, 1GB de RAM, câmeras de 5
megapixels na traseira e 1,3 megapixels na frente e Android 4.4 KitKat.
Os preços sugeridos são R$599 para o modelo de 7 polegadas, R$799 para o
de 8 polegadas e R$1.099 para o de 10.1 polegadas.
A Motorola lançou o Moto E pensando nas pessoas que ainda não tiveram um
smartphone e querem entrar nesse mundo sem gastar muito dinheiro.
Existem vários outros aparelhos com o mesmo público alvo, mas a maioria
deles deixam a desejar no desempenho. No entanto, os dois últimos
lançamentos da empresa foram grandes sucessos, com muitos acertos: Moto X
e Moto G deixaram ótimas impressões, tanto que o último se tornou o
smartphone de mais sucesso da empresa. Será que a Motorola conseguiu
repetir o acerto?
Especificações Técnicas
Processador: Snapdragon 200 Cortex-A7 dual-core de 1,2 GHz;
Memória RAM: 1 GB.
Tela: IPS LCD de 4.3 polegadas com resolução de 540 x 960 pixels (~256 ppp – pixels por polegada).
Câmera: 5 megapixels.
Câmera frontal: Não possui.
Bateria: 1980 mAh.
Conectividade: 3G, Wi-Fi 802.11n, GPS, Bluetooth 4.0 LE e microUSB 2.0.
GPU: Adreno 302.
Memória externa: entrada para cartão microSD de até 32 GB.
Memória interna: 4 GB.
Dimensões: 124.8 x 64.8 x 12.3 mm.
Peso: 142 gramas.
Plataforma: Android 4.4.2 KitKat.
Sensores: acelerômetro e proximidade.
Design e construção
O Moto E segue os padrões dos outros dois smartphones da Motorola,
olhando de longe dá até para confundir o modelo com o Moto G. O aparelho
é um pouco mais compacto e encaixa bem na mão graças a curvatura que
tem na parte traseira, se você admira celulares menores gostará da
pegada que ele proporciona. Apesar de ser construído em plástico, o
material não dá a sensação de fragilidade.
Os únicos botões do celular estão na parte direita, com as funções
liga/desliga e controle de volume, esses inclusive não apresentam
nenhuma firmeza e aparentam que vão deixar de funcionar com pouco tempo
de uso. Na parte superior há a entrada para o fone de ouvido e na parte
de baixo, a entrada para micro-USB. A pequena faixa prateada na parte de
baixo se parece com um botão, mas se trata do alto-falante. A posição
agrada principalmente pela facilidade de ouvir música e consumir mídia
sem perder ou abafar o som.
Assim como seu irmão mais velho, as capinhas traseiras podem ser
removidas e trocadas por outras Moto Shells, mas se prepare para a
dificuldade de tirá-las do aparelho. A versão DTV Colors vem com duas
opções de cores adicionais, além do tradicional preto ou branco. Ao
abrir o aparelho você encontrará os slots para cartão de memória e
micro-SIM.
Tela
Os aparelhos dessa categoria normalmente apresentam telas de baixa
qualidade. Não podemos dizer que o display do Moto E é sensacional, mas é
boa o suficiente. São 4.3 polegadas e resolução de 540 x 960 pixels,
com 256 ppp de densidade. As cores são bem vivas, o contraste é bom e o
ângulo de visão é OK. Não espere sair em um dia ensolarado e enxergar
tudo o que for exibido com facilidade, principalmente se a imagem que
estiver visualizando contiver muitos tons escuros, o painel é bem
reflexivo. Ao visualizar páginas em branco, é possível reparar em
algumas variações de cores que incomodam – fica parecendo um arco-íris. O
aparelho ainda é protegido pelo vidro Gorilla Glass 3, o que significa
que os arranhões não aparecerão com facilidade na tela.
Imagens do Aparelho
Câmera
O ponto mais fraco do Moto E é sua câmera, mesmo com os 5 megapixels
de resolução ela conta com diversos defeitos. Não há flash e o foco é
fixo, isso significa que você não terá nenhuma sensação de profundidade
em suas fotos. Além disso, mesmo em boas condições de iluminação, a
definição da imagem é péssima e esqueça os detalhes. As imagens abaixo
explicam:
Apesar de eu não ligar muito para a câmera frontal, sua ausência pode
ser um fator decisivo na escolha do aparelho, em tempos de selfies e
Snapchat ela pode fazer falta para alguns usuários.
O aplicativo da câmera não traz nenhuma novidade e funciona da mesma
forma dos outros modelos da linha Moto. Basta dar um toque sobre
qualquer lugar da tela para tirar uma foto, se segurar sobre a tela uma
sequência será capturada. A simplicidade reina, mas não faz tanta
diferença numa câmera com pouca qualidade.
Bateria
Quando anunciou o aparelho, a promessa era de mais um smartphone
“para o dia todo”. Felizmente a Motorola cumpriu com o que disse e
acertou mais uma vez na autonomia do seu aparelho. Ele é aquele
smartphone que você pode sair de casa de manhã e não se preocupar com a
bateria pelo resto do dia, independente se utilizar apenas a conexão
Wi-Fi, se ativar o 3G, utilizar a tela por mais tempo ou jogar no tempo
livre. Se você não utilizar o aparelho tão intensamente, pode pensar em
carregá-lo uma vez a cada dois dias, tranquilamente. O modo de economia
também ajuda quando ele está chegando aos seus últimos momentos.
Sistema
A proposta da Motorola não é apenas para um celular barato, como
disse, envolve aqueles consumidores que estão adquirindo um smartphone
pela primeira vez. Manter o Android sem modificações é essencial para
quem está descobrindo as novidades desse mundo. O aparelho conta com
pouquíssimas modificações e nenhuma delas é na interface – com exceção
do aplicativo da câmera. Já se foi o tempo que se dizia que iOS era mais
fácil de usar do que Android, o Google trabalhou para deixar seu
sistema mais fácil de entender.
A fabricante adicionou apenas cinco aplicativos, entre eles estão o
“Ajuda” que oferece suporte da Motorola, permitindo pedir auxílio
através de uma ligação ou bate-papo; o “Alerta” que manda uma mensagem
rápida para amigos e familiares quando você quiser fornecer informações
para que eles possam encontrá-lo; o “Assist” para configurações
automáticas de acordo com o local e horário; o “BR Apps” com dicas de
apps nacionais para download (obrigatório em smartphones beneficiados
pela desoneração de impostos do governo) e o “Migração Motorola” que
transfere todos os dados do seu Android ou iPhone antigo.
Na versão DTV Colors, o Moto E ganha mais dois aplicativos: rádio FM e
TV digital. Os dois cumprem suas funções de acordo com o nome. Vale
citar que a recepção do sinal para a TV digital é boa, mas você terá que
utilizar a antena que é colocada na entrada do fone de ouvido. Sem ela,
é muito difícil de sintonizar qualquer canal. A qualidade da imagem é
boa – ele usa o padrão 1-seg com resolução 320×240 – mas não dá para
esperar muita coisa. É possível gravar a programação com facilidade,
você pode até mesmo agendar pelo app qual canal e qual horário quer
fazer a gravação, ele cumpre bem esse papel desde que você tenha um
cartão de memória, já que dos 4GB de memória interna apenas 2,21 GB
estão disponíveis para o usuário.
Desempenho geral
A expectativa para um bom desempenho era grande, principalmente
depois da experiência positiva com o Moto G. O processador Snapdragon
200 dual-core de 1,2 GHz e 1 GB de memória RAM permitem que o Moto E se
saia bem, mas como o próprio preço sugere, está abaixo do seu irmão mais
velho. Em tarefas básicas ele se mostra competente, muito mais do que
os concorrentes que insistem adicionar camadas de personalização no
Android. As respostas aos comandos sempre são rápidas, mas em alguns
aplicativos que exigem mais do aparelho as animações travam, um exemplo é
o Google Chrome – principalmente quando há várias guias abertas. Se
você é um usuários que gosta de jogar enquanto espera na fila ou tem um
tempinho livre, poderá rodar os games mais populares como Jetpack
Joyride, Timberman e Angry Birds normalmente. Alguns jogos mais pesados
também irão rodar bem, mas você irá notar queda de framerate com
facilidade.
Preço
R$ 449,00 – O modelo mais básico, é a versão com suporte para apenas um chip SIM;
R$ 529,00 – O modelo que conta com suporte para dois chips SIM;
R$ 599,00 – O modelo que possui suporte para dois chips SIM, TV digital e duas capinhas coloridas.
Pontos Positivos
Desempenho, satisfatório para um aparelho da sua faixa de preço Bateria, dura o dia inteiro sem preocupações Preço, bom custo-benefício
Pontos Negativos
Câmera, muito fraca Botões, aparentemente frágeis
Conclusão e Notas
A Motorola conseguiu repetir o acerto que teve com seus outros dois
aparelhos, mas com uma ressalva. Usuários interessados em um smartphone
bom e barato na faixa dos R$ 600 devem ir de Moto G, que custa R$ 50 a
mais e possui melhor desempenho, tela e câmera. É claro, se a TV digital
e o suporte para dois chips não forem itens essenciais.
O Moto E é um ótimo negócio. Tem suas falhas – a câmera é a principal
delas – mas usuários que procuram um smartphone simples não encontrarão
nada muito superior no mercado. O aparelho é feito mais de pontos
positivos do que negativos.
Design e construção: 8
Bateria: 8
Tela: 7
Desempenho: 8
Sistema: 9
Câmera: 4
Custo-benefício: 9